A cerimônia de posse da Diretoria e Suplentes, do Conselho Fiscal e do Colégio de Representantes Estaduais eleitos para o triênio 2025-2028 do Sindilegis aconteceu na última terça-feira, 25 de fevereiro, no Salão Negro do Congresso Nacional.

Dentre os nomes que integram a nova gestão, destacam-se as diretoras da Ascade, Fátima Mosqueira e Magda Helena, que fazem parte da diretoria do sindicato. Além disso, o presidente da Ascade, Francisco Morais, e o diretor de esportes, Marcos Alberto, estiveram presentes na cerimônia, reforçando a parceria entre as entidades.

A solenidade contou com a presença de várias autoridades, como o presidente e o vice-presidente do TCU, ministros Vital do Rêgo e Jorge Oliveira, a vice-governadora do DF, Celina Leão, o secretário de relações institucionais do GDF, Agaciel Maia, os senadores Izalci Lucas (PL-DF) e Rogério Carvalho (PT-SE), os deputados Cléber Verde (MDB-MA), Rafael Prudente (MDB-DF), Reginaldo Lopes (PT-MG), Vicente Cândido (PT-SP) e André Figueiredo (PDT-CE); o diretor-geral da Câmara dos Deputados, Celso de Barros; a diretora-geral do Senado Federal, Ilana Trombka; o secretário-geral da Mesa do Senado, Danilo Aguiar; o secretário-geral de Administração do TCU, Alessandro Laranja; a secretária-geral da presidência do TCU, Claudia Jordão; e o ex-presidente do Conselho Nacional do SESI, Vagner Freitas.

O presidente do Sindicato, Alison Souza, durante a cerimônia, enfatizou que apesar de o serviço público ser colocado erroneamente como “um fardo para o país, como grande responsável pelo desequilíbrio fiscal”, na verdade ele é parte da solução para o país. “Nenhuma nação se desenvolve sem instituições públicas sólidas, sem servidores preparados e comprometidos, sem políticas públicas eficazes. É exatamente aqui que entra o papel do sindicato que luta por direitos, que atua para garantir que os servidores das três casas tenham todas as condições de desempenhar suas funções com excelência”, falou.

Alison também destacou que o Sindilegis seguirá atuando para fortalecer o serviço público e para garantir que os servidores tenham voz e reconhecimento, isso por meio do diálogo constante com as presidências e administrações.

Ainda, a nova diretoria recebeu os parabéns do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. “Faço votos de grande sucesso na defesa dos interesses dos servidores do Legislativo e na promoção de um serviço público mais eficiente em nosso país”, disse.

 

Cerimônia

Iniciada com a execução do Hino Nacional Brasileiro pelo coral do Senado Federal, sob regência do maestro Eldom Soares, a solenidade apresentou todos os eleitos da nova gestão. Após a apresentação, algumas autoridades fizeram uso da palavra.

A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, ao parabenizar o Sindilegis, também falou em defesa do servidor público. “Nós não podemos ter um servidor público mal remunerado, um servidor público que não tem reconhecimento do trabalho, porque nós, os políticos, passamos e vocês servidores são a história, a continuidade e o legado da democracia”, afirmou.

Também o presidente do Tribunal de Contas da União, Vital do Rêgo Filho, destacou a atuação do Sindilegis na defesa do serviço público. “Eu sempre fui um orgulhoso defensor do Sindilegis. Não apenas por ser o primeiro sindicato pós-Constituição Federal, mas também por ser um sindicato que representa não os 12 mil sindicalizados, mas o povo brasileiro”, falou. Além disso, Vital afirmou que “proximamente” o TCU vai garantir o AEQ para o aposentado, que “merece tanto quanto o servidor da ativa”.

O senador Izalci Lucas (PL-DF), além de parabenizar a nova gestão, se posicionou a favor dos servidores comissionados, luta empenhada pelo Sindilegis. “Não podemos continuar tendo um servidor de segunda categoria. Nós temos servidores comissionados aqui com 20 anos de casa, o que precisa ser reconhecido”, disse. Izalci também afirmou que espera que a Câmara aprove o PL 1107/2023, projeto aprovado no Senado, que propõe indenização por tempo de serviço aos comissionados do Legislativo demitidos.

Confira as fotos da cerimônia aqui.

 

Fonte: Ascom / Sindilegis